
Confesso que gosto dos Óscares. Há anos que não consigo ver a cerimónia em directo, mas no dia seguinte a primeira coisa que procuro nas notícias é saber quem foi com o Óscar para casa. Não levo em conta a justiça dos prémios, nem pertenço ao grupo dos delatores da Academia, basicamente interessam-me os fait divers da noite, os vestidos griffados das miúdas e, acima de tudo, saber se apostei no cavalo vencedor. Antes era mais arriscado fazer apostas porque os filmes nomeados demoravam uma eternidade a atravessar o atlântico, mas a coisa mudou muito e hoje em dia o material chega-nos antes da própria Premiere. Fui ver 3 dos nomeados a melhor filme: "The Social Network", "Black Swan" e "The Kings Speech". Fiquei com pena de não ter visto a tempo de mandar bitaite, "True Grit" dos manos Coen e "Winters Bone" por ser o desalinhado. A Rede foi o filme que mais me surpreendeu, não estava à espera que fosse tão bom, Suóne é cinema moderno, e a exagerada gaguez de Firth a interpretar o rei fez-me rir.
Mas giro, giro, era ganhar o "Toy Story 3".
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