
Parece que no seguimento do manifesto dos 28 economistas contra o TGV, já surgiram mais dois, contra-manifestos do primeiro. Portanto, e por enquanto, temos três manifestos sobre a economia do país. A estratégia, vá lá.
O primeiro, dos 28, que foi divulgado na semana passada é manifestamente contra o TGV. O segundo, é contra o primeiro, vem de Coimbra, e aposta nas questões da criação de emprego e na defesa das obras públicas. E do terceiro, só se sabe que também é contra o primeiro e que é alfacinha. Porque ainda está a ser escrito – deve estar pronto na próxima semana.
Podem ler esta síntese na sua forma dilatada, e rigorosa no ionline, ou no i de papel.
Apesar da Universidade Católica, a do Algarve, a do Poceirão, ainda não se terem manifestado, e de algumas já manifestas contradições sobre o nosso futuro, acho estupendo haver qualquer coisa. Trocarem-se umas ideias!
Um grande bem-haja aos vinte e oito, não fossem eles estavam os outros todos enfiados nos gabinetes das faculdades a cozinhar teorias da filosofia da economia, assim, nós também ouvimos.
P.S Já agora roubo a foto do i, que é bem linda
O primeiro, dos 28, que foi divulgado na semana passada é manifestamente contra o TGV. O segundo, é contra o primeiro, vem de Coimbra, e aposta nas questões da criação de emprego e na defesa das obras públicas. E do terceiro, só se sabe que também é contra o primeiro e que é alfacinha. Porque ainda está a ser escrito – deve estar pronto na próxima semana.
Podem ler esta síntese na sua forma dilatada, e rigorosa no ionline, ou no i de papel.
Apesar da Universidade Católica, a do Algarve, a do Poceirão, ainda não se terem manifestado, e de algumas já manifestas contradições sobre o nosso futuro, acho estupendo haver qualquer coisa. Trocarem-se umas ideias!
Um grande bem-haja aos vinte e oito, não fossem eles estavam os outros todos enfiados nos gabinetes das faculdades a cozinhar teorias da filosofia da economia, assim, nós também ouvimos.
P.S Já agora roubo a foto do i, que é bem linda
7 comentários:
Como sabes, sou adepto da economia semi-planificada, da igualdade, do Estado, etc. Como tal, acho que as obras públicas são sempre necessárias e, em particular, quando o investimento privado descresce ou estagna.
Porém, e como os recursos são escassos, é fundamental que haja uma cuidadosa selecção dos investimentos. Veja-se o estádio de Leiria e a falta que o dinheiro deitado ao lixo faz noutras áreas.
Pessoalmente, acho duvidoso que o TGV seja útil, pois não fabricamos nada para o mesmo nem sequer parece ser viável economicamente.
humm...
não sei se os estádios estão no mesmo patamar das redes viárias; o cavaco também se fartou de gastar dinheiro em autoroutes e o Momento também não era o melhor - nunca é;
Os investimentos, cara engenheira, têm um efeito multiplicador. Quando se construiu o segundo hotel na Madeira, a capacidade hoteleira subiu 100%. Hoje, mais hotel, menos hotel, não acrescenta nada de substâncial.
é que eu também não fiz o exame da Ordem ... para mim, Momento é a força multiplicada pela distância (na perpendicular) - o mecanismo da manete das mudanças. Embraia, desembraia, embraia, desembraia. Úuuuuuu, poca-terra, pouca-terra...
Sabes que eu adoro Paris, é só isso :)
Isso foi antes ou depois do pulso torcido?!
Eu também gosto de Paris mas, qual parolo, ainda não conheço Londres, onde aterram todas as nossas jovens vindas dos Morangos para uma Royal School qualquer.
e Madrid, a rampa de lançamento das celebridades da Holla!
E agora está na moda Barcelona, daquele coiso do Orasmos, depois do filme do Albergue, pois diz que é só bebedeiras.
Inveja minha, que devia ter feito um.
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