Outro dia li numa entrevista que Almodóvar baptizou de “rumor” o conjunto de sinais, mais ou menos subliminares, que pela sua reincidência, são facilmente reconhecidos e denunciam o começo de uma valente dor-de-cabeça. Coisa que ele padece tremendamente. Eu hoje acordei com “burburinho”. Um tipo diferente. Uma coisa que não evolui, mantém intensidade. Durante duas semanas. Não passa disto. Não chega ao vómito.
Mas deito-me, durmo e acordo, sempre com a ladainha das beatas ao canto da sacristia.
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