
Um açoriano que não se quis identificar enviou-me este tesourinho, mas fez questão de sublinhar que nada tem que ver com a promiscuidade aqui em cima (é doutra ilha, talvez parente da dona Berta Cabral).
É delicioso, adorei. E não pela questão genealógica. Ora, a consanguinidade até dou de barato, Santa Luzia não é propriamente Xangai, há-de ter menos habitantes e se é para reunir estratégias e interesses, nada melhor que juntar a família. Agora, a heterogeneidade dentro da família é que dá que pensar: um reformado do comércio (aposto que é contra as grandes superfícies), um instrutor de condução (??), uma jurista (é um clássico, existe só para complicar mas dá muito jeito ter uma), um naturólogo (Uau! não sei bem o que é isto, mas adoro!), uma estudante de enfermagem, dois assistentes técnicos, um encarregado da EDA (Electricidade Dos Açores), um operador de reprografia (quem é que hoje em dia não precisa de uma reprografia?), um pintor, um informático, um estofador (é tão difícil encontrar um..), um observador metereológico ...
Viva a diversidade.
É ou não a equipa perfeita?
4 comentários:
Fartei-me de rir com isto.
Família unida, sim senhor.
Gostei particularmente do senhor que é observador metereológico que me deu a seguinte ideia: tendo eu por vezes alguma dificuldade em explicar a minha profissão, apresento-me a partir de agora como observadora metereológica. Não é mentira. Até tenho um galo do tempo.
Depois há sempre a piada do apanágio "família-PS". Por cá é exactamente a mesma coisa, nas devidas proporções, o clã é um bocadinho maior.
Ao observador meteorológico pode dizer-se:
- vai ver se está chovendo,
que ele não vai se ofender...
Gosto do pormenor de voçê ser brasileiro. Ou será um gerundista? Ou um formador em acordo ortográfico?
Gerundista. Mas se voçê prefere estão versão lisboeta:
- vai ver se está a chover, pá e depois usar o adjectivo 'simpático' para cafés, cantigas ou calças de ganga
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