"Se amandássemos bueda água.
A Maria é a Pucca e vai hoje pela primeira vez às compras ao supermercado que há lá para os longe-longes. À volta, mete-se por umas ruas desconhecidas, umas lisboas mais amplas que as do Bairro do Castelo, e confunde-se, desorienta-se, perde-se. Toca à campainha de uma Casa Vermelha a pedir ajuda, “por favor, alguém”, e, tã-tã-tã-tã, quem é que abre a porta? É a Beatriz, senhoras e senhores, a Beatriz disfarçada de Feiticeira-Disfarçada-de-Senhora-Simpática. Estava naquele momento a cozinhar uma poção mas à Pucca diz que é só um bitoque. Lá por casa anda ainda a Mariana a fazer de Gato Milupa para ajudar ao teatro geral. Muito simpática, a Feiticeira sai com a Pucca para a ajudar a encontrar o caminho de regresso ao Bairro do Castelo. Andam um bocado e descobrem Outra Casa Vermelha. A porta abre-se sozinha, uuuuu. (...)"
o resto, vão beber à fonte
3 comentários:
É uma fonte de água límpida e fresca. Mas sem "frescuras" mesmo como a gente gosta. :)
oh yé!
e o projecto com as crianças parece ser interessante, não é?
É. :)
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