Sinto-me como Santomé (o personagem de Benedetti no livro 'A Trégua', aquele que encontra no trabalho rotineiro e nas tarefas repetitivas, espaço para poder pensar naquilo que gosta). Tenho a certeza que amanhã, quando voltar ao trabalho, às minhas tarefas rigorosas, metódicas, exigentes e repetitivas, vou sentir esse consolo cobarde.