17.12.08

meu virus, meu tesouro

Ah, outra vez o vírus do senhor Pereira. É que eu não resisto, já sinto uma certa afeição. Ontem ele falava de música francesa, o quanto os franceses desbocavam de sexo nas suas letrrinhas. Oh la la. Depois deve ter havido uma passagem pelo Country americano, perdi esse virus.
E hoje foi a vez do nosso "Pimba". Ágata.
Pereira, começo a gostar mesmo desse teu vírus. E concordo contigo. Dizes que, muitas vezes os intelectuais desfazem na nossa pimbalhada, feitos snobs. É verdade, mas sabes, eles nunca dançaram agarradinhos num baile de aldeia, temos que os desculpar, falta-lhes um pouco dessa cultura popular.
Pereira pôs a rolar uma bela canção, um sucesso da loira que eu desconhecia. É a história de uma rapariga que oferece a sua flor ao homem que lhe deu as primeiras ilusões. E depois engravidou. Dizia, Pereira. Ah, Oh la la
Pereira elogiou a vanguarda da cantora, ao abordar temas, de certa forma, tabu (engravidar aos dezasseis e ainda a partilha de bens no divórcio - em regime de comunhão de bens) rematou que este tipo de música puxa ao sentimento das pessoas.
Puxa?
(Caro povo, leitor deste blog. Não se sinta confuso, eu reeditei este post. Agora está mais fiel ao original, linkado ali em cima. A primeira versão tinha-a de cabeça, do som da telefonia do carro, e da manhã. E a cabeça já não é o que era. Pela tarde, no regresso a casa, levei com mais uma dose viral de Pereira e, percebi que tinha que dar rigor, a Pereira, ao texto e a si, leitor amigo. Amanhã, pode ser que o reedite de novo. Vai depender)

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