Ainda a propósito de memórias... encontrei aqui estes lápis à venda na Concentrate e lembrei-me dum tal Filomeno professor (bom) de matemática que tinha por hábito roer e enfiar nos ouvidos todos os objectos de escrita que lhe passavam pelas mãos (os dele e os dos alunos). Pela minha parte, sempre achei que era dali (da mastigação grafítica) que lhe vinha a inteligência. Eu, como nunca consegui habituar-me à bendita mastigação, vou agora poder passar por esperta com estes lapizinhos. O que o dinheiro pode comprar...
4 comentários:
não era aquele que escrevia extra-quadro?
Olha, podia ser uma carência mineral. Há quem coma a estátuas de gesso (tamanho bibelot) com falta de cálcio ...
Era aquele que afinal não era professor e que também dava explicações?
(o frigo durou cerca de 50 e poucos anos)
Sim sim van. Também tinha esse tique de escrever extra quadro. No 12º ano havia algumas deduções matemáticas que não cabiam no quadro e lá ia o giz pelas paredes e armários... muito chique este professor.
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